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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

Política

Cappelli mente, Cappelli joga sujo: a farsa que desmoronou em Santa Luzia

Forasteiro que ajudou a afundar o Maranhão tenta enganar moradores da Estrutural, mas tropeça na inteligência do povo do DF

Claudio Campos
Por Claudio Campos
Cappelli mente, Cappelli joga sujo: a farsa que desmoronou em Santa Luzia
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Ricardo Cappelli resolveu, do nada, descobrir que tem raízes em Santa Luzia. Se bobear, até vai dizer que jogava bola na rua de barro e comia pastel na feira da Estrutural. Pena que ninguém por lá lembra de ter visto esse cidadão nem passando de carro, quanto mais morando na comunidade.

Pois é: Cappelli mente. E mente feio.

Em mais uma de suas investidas oportunistas, espalhou pelos quatro cantos que o presidente Lula teria liberado mais de R$ 80 milhões para obras de saneamento em Santa Luzia, num esforço midiático digno de novela. Mandou até fazer panfleto com a cara do chefe — porque, né, se a mentira é grande, que seja bem ilustrada.

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Só que a realidade tem um detalhe chato: o dinheiro não tem nada a ver com o PAC, nem foi presente de Lula, muito menos mimo da União. O investimento foi conquistado pelo GDF, puxado a fórceps pelo governador Ibaneis Rocha, junto a um banco privado — o Itaú — através do programa "Saneamento Para Todos", com recursos garantidos única e exclusivamente pela Caesb. Nada, repito, nada a ver com favores federais.

Em resumo: Cappelli joga sujo e trata o povo como se fosse bobo. Mas Brasília não é para amadores — e muito menos a Estrutural, onde o povo sabe muito bem diferenciar quem trabalha de quem só aparece em época de campanha, vestido de salvador.

Pergunte a qualquer morador de Santa Luzia quem é Ricardo Cappelli. A resposta vai ser mais seca que o tempo no Planalto Central: "Cappelli quem?"

E ainda tem gente que acha que vai fazer carreira política em Brasília com base em mentira de palanque e selfie fajuta em canteiro de obra. Aventureiro, oportunista e sem qualquer lastro popular, Cappelli se esforça para construir uma história que, sinceramente, nem ficção científica teria coragem de bancar.

Deveria ter aprendido uma lição básica: em Brasília, respeito se conquista com trabalho. Lorota, aqui, o vento leva.

Claudio Campos

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Claudio Campos

Claudio Campos é jornalista com registro MTB/Fenaj 2993-DF desde 12 de fevereiro de 2003. Apartidarismo, imparcialidade crítica e independência jornalística são preceitos básicos que norteiam sua conduta profissional e pessoal

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