A luta por independência ainda é uma realidade em pleno século XXI, é de conhecimento da sociedade que presos políticos perdem seu direito de liberdade, simplesmente por lutar por uma causa que deveria ser um direito natural como a liberdade de seu pais.
Este é o caso da ultima colônia da África, que possui forte apoio dos brasileiros em intermédios de suas pautas.
Através do porta-voz e representante político Ahamed Mulay Ali, mais informações sobre a marcha pela liberdade aos povos Saarauís em outros países é possível transmitir esses trâmites com mais clareza.
A prefeitura de Ivry na França, conhecida por abrir o maior centro de refugiados da União Européia recebeu a “Marcha pela Liberdade” para exigir a libertação de presos políticos Saarauis nas prisões marroquinas na manhã de 30 de março de 2025 onde foram apresentadas canções, danças e debates em torno do direito a liberdade.
A marcha passou por várias cidades da França e Espanha até a prisão de Kenitra, no Marrocos, onde alguns dos detidos saarauis do grupo Gdeim Izik estão detidos.O Diplomata informou que o prefeito Philippe Bouyssou deu as boas-vindas aos participantes da marcha, expressando sua solidariedade incondicional à luta do povo saaraui.
Esta marcha é a primeira do gênero na história da solidariedade internacional com os presos políticos saarauis e pode ser uma oportunidade para expor os crimes da ocupação marroquina e suas graves violações cometidas contra civis saarauis desarmados.
Na esplanada François-Mitterrand, uma enorme bandeira de cerca de dez metros de comprimento tremula. A da República Árabe Saaraui Democrática, um estado não reconhecido pela França, mas reconhecido por metade da comunidade internacional.
Além de exigir a libertação dos presos políticos saarauis, os ativistas também lutam para que "a França pare de perseguir políticas colonialistas e imperialistas que ignoram os direitos dos povos da África".
Em outras notas publicadas pela imprensa internacional o Comité da Organização das Nações Unidas contra a Tortura havia denunciado, em cinco comunicações, casos de tortura para extrair confissões de cinco dos 13 detidos nos protestos de Gdeim Izik.