No Distrito Federal, alguns personagens parecem incapazes de aceitar uma verdade simples e dolorosa: quem constrói credibilidade leva anos; quem vive de ataque rasteiro coleciona apenas barulho e desprezo público. O inexpressivo “blog do Gim”, conhecido mais pelas polêmicas envolvendo seus padrinhos políticos do que por qualquer relevância jornalística, resolveu mirar portais sérios associados à ABBP. O problema é que, quando a lama vem justamente de quem sempre orbitou escândalos, o discurso perde força antes mesmo da primeira linha.
Existe algo quase poético, e tragicômico, na tentativa de certos grupos políticos de atacar veículos de comunicação legítimos enquanto carregam nas costas um histórico que faria qualquer manual de ética pedir exoneração imediata.
É o clássico teatro do absurdo brasiliense: os mesmos que passaram anos mergulhados em denúncias, escândalos e operações policiais agora tentam posar de fiscais da moralidade jornalística. Convenhamos… é como ver um incendiário dando palestra sobre prevenção de incêndios.
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O tal “blog do Gim”, cuja irrelevância pública cresce na mesma velocidade da agressividade de seus ataques, resolveu transformar portais sérios em alvo preferencial. E não por acaso. Afinal, quem trabalha com informação séria incomoda quem vive da narrativa distorcida.
Os portais associados à ABBP possuem CNPJ, redação estruturada, responsabilidade editorial, sede empresarial, profissionais identificados e compromisso com apuração. Em outras palavras: fazem exatamente o oposto do submundo digital alimentado por ataques, insinuações e achacamento político.
E talvez seja justamente isso que provoque tanto incômodo.
Porque enquanto alguns vivem da fofoca travestida de notícia, nós somos portais relevantes. Relevantes porque alcançamos público real. Relevantes porque pautamos debates. Relevantes porque informamos sem precisar se esconder atrás de perfis covardes, militâncias disfarçadas ou ataques coordenados.
A ironia é deliciosa: acusam os outros exatamente daquilo que praticam diariamente.
É a velha estratégia do jogo sujo. Quem não consegue crescer pela competência tenta destruir pela difamação. Quem não conquista audiência pela qualidade tenta chamar atenção pela baixaria. E quem não possui credibilidade tenta atacar quem possui.
Mas Brasília amadureceu.
O eleitor brasiliense já aprendeu a reconhecer quando existe jornalismo e quando existe panfleto digital a serviço de interesses políticos fracassados. A população percebe quando há reportagem séria e quando há apenas ressentimento disfarçado de manchete.
Gim e seus asseclas, ex-presidiários acham que atacando a imprensa que trabalha em prol da verdade, vai conquistar o gosto do eleitor brasiliense ou que vai diminuir a força dos portais associados à ABBP. Não, não vão.
Muito pelo contrário.
Cada ataque desesperado apenas reforça quem realmente produz conteúdo com responsabilidade e quem atua como linha auxiliar de projetos políticos decadentes.
E há outro detalhe importante que os valentões de teclado parecem esquecer: liberdade de imprensa não significa licença para caluniar, perseguir ou difamar. Para os escondidos e acovardados cúmplices desse bloguezinho, a ABBP vem acionando a Justiça. Porque existe uma distância gigantesca entre crítica jornalística e ataques irresponsáveis travestidos de informação.
A imprensa séria continuará existindo depois que esses personagens passarem. Como sempre aconteceu.
Porque relevância não nasce do grito.
Nasce da credibilidade.
E isso nenhum “bloguezinho” consegue fabricar no grito, no ataque ou no desespero político.