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Sabado, 06 de Dezembro de 2025

Política

Izalci Lucas escorrega na própria incoerência e vira porta-voz da esquerda no DF

Aliado histórico da direita, Izalci Lucas (PL-DF) surpreende ao ecoar discursos da esquerda e pede CPI sobre aquisição do Banco Master pelo BRB, mesmo sem apresentar fato concreto. O que motiva o senador a trair o povo do DF?

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Izalci Lucas escorrega na própria incoerência e vira porta-voz da esquerda no DF
Pedro França/Agência Senado
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O senador Izalci Lucas (PL-DF) causou espanto e revolta ao anunciar, nesta terça-feira (15), que irá solicitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a intenção de compra de parte do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). A proposta, segundo críticos, escancara um oportunismo político de quem parece estar mais preocupado em agradar adversários históricos do DF do que em defender os interesses da população que o elegeu.

Sem apresentar qualquer fato concreto ou indício de irregularidade, Izalci lança mão de um instrumento político poderoso — uma CPI — para mirar justamente no banco que mais tem se destacado positivamente nos últimos anos: o BRB. Ressuscitado das cinzas durante a gestão de Ibaneis Rocha (MDB), o banco saiu de escândalos bilionários e operações da Polícia Federal para se tornar referência nacional em governança, parcerias estratégicas e inclusão social.

Curiosamente, os mesmos que no passado mergulharam o BRB em lamaçais de corrupção agora se fingem de guardiões da moral. Pior: contam com a adesão de quem deveria estar na trincheira oposta. O pedido de Izalci soa como música para os ouvidos da esquerda derrotada no DF — e nomes como Ricardo Cappelli (PSB), Erika Kokay e Chico Vigilante (PT) certamente devem estar aplaudindo de pé.

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Izalci alinhado aos inimigos do Distrito Federal?
É o que parece. Ao invés de reconhecer o salto de eficiência e transparência do BRB, o senador se junta ao jogo sujo daqueles que sempre apostaram no fracasso da capital. O banco estatal, que hoje financia programas sociais, fomenta o desenvolvimento e apoia micro e pequenos empreendedores, virou alvo justamente por dar certo — e por representar uma vitrine positiva do atual governo distrital.

Qual o jogo de Izalci?
É a pergunta que ecoa nos corredores políticos e nas rodas de conversa da população brasiliense. O que leva um senador eleito por uma base de centro-direita a se unir à narrativa da oposição mais ferrenha? Vaidade? Ressentimento político? Ou uma tentativa desesperada de aparecer em um cenário onde sua relevância tem minguado?

Enquanto isso, a população segue esperando que seus representantes ajam em favor do DF — e não que embarquem em manobras político-partidárias que servem apenas para alimentar vaidades e proteger interesses obscuros. Izalci, ao que tudo indica, trocou a coerência pela conveniência.

E Brasília assiste, mais uma vez, a um triste capítulo da política local, onde a traição parece ser moeda de troca.

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