O "amor" em forma de assédio moral
Se alguém ainda tinha dúvidas sobre como funciona o “governo do amor”, Dilma Rousseff tratou de dissipá-las rapidamente. Na cadeira de presidente do Banco do BRICS, ela segue o mesmo modus operandi que já conhecemos bem: gritos, insultos e aquele toque especial de humilhação pública. Segundo relatos internos, a ex-presidente anda distribuindo frases de incentivo como “burro”, “burra”, “ignorante”, “você não presta para nada”, “você não serve para porra nenhuma” e a clássica “você nunca mais vai arrumar outro emprego”.
O que surpreende nessa história? Absolutamente nada. Isso não é apenas um traço isolado de Dilma. Isso me parece um modus operandi da esquerda, sobretudo do PT de Lula. Enquanto discursam sobre respeito, tolerância e afeto, seus líderes demonstram, na prática, um verdadeiro desprezo por quem não atende suas expectativas. A prepotência é a regra.
Dilma, a "pedagoga" da humilhação
Não que Dilma nunca tenha sido conhecida por sua didática peculiar. Quem não se lembra dos relatos de ministros e assessores sobre reuniões caóticas no Planalto? A diferença é que, agora, os funcionários do BRICS têm o desprazer de experimentar esse “método educacional” na pele. A ex-presidente, que supostamente estaria ali para fortalecer relações internacionais, parece mais preocupada em reforçar seu domínio através do grito e do medo.
Claro, tudo isso vindo do mesmo grupo político que vive se colocando como defensor da democracia, da inclusão e da harmonia social. O discurso é um; a prática, outra completamente diferente.
A esquerda é prepotente até no assédio moral
Se fosse qualquer outro político de uma corrente ideológica diferente, as manchetes já estariam decretando escândalo, investigações e possivelmente um impeachment simbólico. Mas quando se trata da turma que se autodenomina a guardiã do bem, tudo vira “exagero da imprensa” ou “descontextualização”.
No fim das contas, o governo do amor ama o ódio. Adora um discurso inflamado, uma guerra verbal e, claro, uma boa dose de assédio moral disfarçado de liderança firme. Os funcionários do BRICS que o digam.