Jornal da 2CNews

Segunda-feira, 20 de Abril de 2026

Política

Cappelli mente e joga sujo: forasteiro tenta enganar moradores de Santa Luzia sobre obra do GDF

GDF investe R$ 80 milhões para levar saneamento ao bairro Santa Luzia, na Estrutural, enquanto Cappelli, ex-parceiro do desastre no Maranhão, subestima a inteligência do povo do DF com lorotas de palanque

Claudio Campos
Por Claudio Campos
Cappelli mente e joga sujo: forasteiro tenta enganar moradores de Santa Luzia sobre obra do GDF
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O forasteiro Ricardo Cappelli resolveu dar as caras em Santa Luzia e na Estrutural, espalhando desinformação como se Brasília fosse terra de ninguém. Tentando se passar por salvador da pátria, Cappelli mente descaradamente ao dizer que morou na região e que os investimentos para a urbanização vêm dos cofres mágicos do PAC, liberados pelo presidente Lula. Não morou e o dinheiro também não veio dali. O financiamento foi buscado junto a um banco privado pelo GDF, sem ajuda da União nem de Lula.

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 80 milhões para levar saneamento básico ao bairro Santa Luzia, uma demanda histórica que finalmente saiu do papel graças ao empenho do governador Ibaneis Rocha. O recurso foi obtido com esforço próprio, por meio de financiamento junto ao Banco Itaú, sem aval da União e com garantia exclusiva da Caesb, mostrando a solidez da companhia — e não graças a apertos de mão políticos.

Mas, como todo bom aventureiro que se preze, Ricardo Cappelli resolveu transformar a verdade numa peça de ficção. Durante uma fala de menos de um minuto, conseguiu encaixar duas mentiras reluzentes: primeiro, disse que morou em Santa Luzia (e ninguém — absolutamente ninguém — da região confirma essa passagem fantasiosa); segundo, afirmou que o dinheiro foi "liberado" pelo presidente Lula através do PAC.

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A realidade é outra, e ela vem com assinatura registrada: foi a determinação de Ibaneis Rocha que credenciou os projetos Santa Luzia e Recanto das Emas, viabilizando o financiamento pelo programa Saneamento Para Todos, com suporte do FGTS e operação via Banco Itaú. Uma construção séria, técnica e, veja só, sem uso de tapinhas nas costas em Lula.

Cappelli joga sujo ao tentar vender uma história que não se sustenta nem na banca da feira da Estrutural. Como todo bom desconhecido em campanha, apostou na velha fórmula de que o povo é ignorante e engole qualquer panfleto com foto colorida. Só que a aposta saiu pela culatra: pergunte ao brasiliense quem é Cappelli. Ou melhor ainda, pergunte a um morador de Santa Luzia. A resposta vai ser uma sonora gargalhada seguida de um "Cappelli quem?!".

A tentativa do ex-braço-direito de Flávio Dino — aquele mesmo que conseguiu colocar o Maranhão no triste ranking do pior IDH do Brasil — não passou despercebida: aqui em Brasília, Cappelli foi logo reconhecido como o que é de fato, um mero aventureiro a passeio pela política local, tentando se pendurar na popularidade alheia para fazer seu nome ecoar em alguma esquina do DF.

Mas Brasília não é terra de tapados. E Santa Luzia, muito menos. Cappelli mente, Cappelli joga sujo e, para azar dele, o povo da Estrutural tem memória boa e nariz apurado pra farejar oportunismo de longe.

Claudio Campos

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Claudio Campos

Claudio Campos é jornalista com registro MTB/Fenaj 2993-DF desde 12 de fevereiro de 2003. Apartidarismo, imparcialidade crítica e independência jornalística são preceitos básicos que norteiam sua conduta profissional e pessoal

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