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Sábado, 22 de janeiro de 2022
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Policial

Prefeito admite falta de estudo de risco, após tragédia em Capitólio

Ao todo, 34 pessoas estavam envolvidas no acidente; 27 pessoas foram atendidas e liberadas com ferimentos leves, mas 2 ainda estão internadas

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O desabamento de pedras em um cânion no lado de Furnas, em Capitólio (MG), deixou 10 mortes no sábado (8) após atingir quatro embarcações que estavam na área.

A Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e a prefeitura responsabilizam a Marinha do Brasil sobre a fiscalização dos cuidados na exploração turística da área e esses órgãos, juntamente com a Defesa Civil, afirmam que é preciso esperar a conclusão das investigações.

Em entrevista à Globo News, o prefeito de Capitólio, Cristiano Geraldo da Silva (PP-MG), admitiu que não existia nenhum acompanhamento geológico no ponto turístico.

“Estamos fazendo um trabalho desde o ano passado sobre trombas d’água, para mobilizar os empresários, os turistas, para que ficassem atentos a elas. Queda de paredão nunca tivemos. É uma injustiça querer cobrar isso. Foi uma fatalidade ” disse o prefeito.

Ele afirmou que não existe uma norma que proíba as lanchas de estarem próximas do paredão.

No sábado (8), a Marinha declarou que seria aberto um inquérito para apurar as responsabilidades sobre a tragédia.

Acidente

Ao todo, 34 pessoas estavam envolvidas no acidente, 27 pessoas foram atendidas e liberadas com ferimentos leves, mas duas ainda estão internadas.

Fonte/Créditos: Amanda Silveira/Agência 2CNews

Créditos (Imagem de capa): Corpo de Bombeiros

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