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Sábado, 22 de janeiro de 2022
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Política

Para Moro, polarização entre Bolsonaro e Lula prejudicará economia

Sobre a corrupção, Moro afirmou que colocará “nos trilhos” e que fará uma gestão com diálogo com partidos políticos

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Sergio Moro (Podemos) classificou o presidente Jair Bolsonaro (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como duas alternativas eleitorais “muito ruins” e que podem agravar o cenário econômico do país em 2022.

De acordo com Moro, a polarização do pleito entre os dois, pode fazer o mercado perder a confiança na recuperação do crescimento, o que vai aprofundar ainda mais a crise.

“Temos duas alternativas que são ruins. A primeira é a continuidade deste governo, que não tem projeto para o País, não tem rumo, e agora contraria as promessas de responsabilidade fiscal e de redução da dívida pública. A outra é a do ex-presidente Lula, e a gente lembra que esse governo não acabou bem. Ao fim desse governo, tivemos a maior recessão da história entre 2014 e 2016”, afirmou nesta terça-feira, 11, Moro em palestra no evento “Money Week – Cenários 2022”.

O pré-candidato criticou a política econômica do governo Bolsonaro e disse que houve perda de credibilidade da gestão nessa área devida a medidas como a PEC dos Precatórios, o que levou o fim do teto de gastos.

“PEC dos Precatórios tem aspecto muito positivo, que é a expansão do antigo Bolsa Família, que é necessária. Juntamente com a PEC, são aumentadas outras receitas, de duvidosa necessidade neste momento. Uma é o aumento das verbas para emendas de relator”, disse o ex-ministro de Bolsonaro, que também atacou o orçamento secreto. “Isso gera pulverização do orçamento público. Em vez de concentrar a verba em investimento público, leva a aplicar a verba em investimentos que não são relevantes”.

Corrupção

Sobre o combate à corrupção, Sergio Moro disse que, se eleito, vai colocar “nos trilhos” essas questões.

“Transigir com a ética não leva à governabilidade. Temos exemplos claros do passado. Durante o governo do PT, nos quais se teve mensalão e petrolão, o resultado foram as recessões de 2014 e 2016. O governo atual, sem projeto, tem alianças bastante controvertidas, está utilizando de um mecanismo que leva à pulverização do orçamento através das emendas de relator, e ele está entregando uma provável recessão em 2022”.

Fonte/Créditos: Agência 2CNews

Créditos (Imagem de capa): Agência Brasil

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